O rigor
Tudo tem rigor. Quando alguém passa o dia inteiro assistindo a TV está submetido a uma ferrenha disciplina corporal. Quando um poeta diletante faz versos de amor à moda casimiro-parnasiana, um complexo rigor normativo entra em jogo neste desejo que se efetua em linguagem.
Não há passividade, facilidade. A questão não é saber o que, numa atividade, é mais ou menos rigoroso e sim saber dos rigores que interessam para o uma dada vivência.
O que você quer? O que funciona agora pra você? O que os desejos falam a/em mim? A que rigores me ligarei?
Escrito por Wilton às 09h24
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